PASSAM-SE OS ANOS, MUDA-SE A IDADE...
Passam-se os anos, muda-se a idade
E a alma bebê, essa, fica lá atrás...
Isto é fato, mas não pode jamais
Ser um motivo de infelicidade!
Viver o momento é linda atitude.
Não dê importância à velhice iminente,
Pois não há na Terra um só ser vivente
Que goze para sempre a juventude!
Que venha a vida! Sucedam-se os anos:
Uns nos acertos, outros nos enganos;
Ora amistosos, às vezes, hostis;
Que nada, nada, vai me esmorecer!
E a vida, a vida, essa, eu irei viver
Para realizar o que ainda não fiz.
ISAÍAS GRESMÉS 19/05/2010
Criei este espaço com o intuito de expor meu trabalho. Sinta-se em casa amigo. OBSERVAÇÃO: NÃO SE ESQUEÇA DE DEIXAR UM COMENTÁRIO. PRECISO DA SUA OPINIÃO, POIS ELA É MUITO IMPORTANTE PARA O MEU CRESCIMENTO LITERÁRIO. OBRIGADO.
quarta-feira, 19 de maio de 2010
quinta-feira, 29 de abril de 2010
SERENIDADE
SERENIDADE
Serenidade:
Será que é ela,
Aquela brisa que leva
O paraquedinha de dente-de-leão,
Para os braços da imensidão?
Serenidade:
Será que é ela,
Na luz tênue de uma vela,
Durante um jantar romântico,
De delicadas donzelas?
Serenidade:
Será você
Que paira,
Delicada,
No sono dos bebês?
Serenidade...
Engraçado: somente quando feliz
Eu pude sentir você...
Isaías Gresmés 29/04/2010
Serenidade:
Será que é ela,
Aquela brisa que leva
O paraquedinha de dente-de-leão,
Para os braços da imensidão?
Serenidade:
Será que é ela,
Na luz tênue de uma vela,
Durante um jantar romântico,
De delicadas donzelas?
Serenidade:
Será você
Que paira,
Delicada,
No sono dos bebês?
Serenidade...
Engraçado: somente quando feliz
Eu pude sentir você...
Isaías Gresmés 29/04/2010
quarta-feira, 28 de abril de 2010
Minha poesia chora
Minha poesia chora
Minha poesia chora
Quando o brilho da esperança
Me abandona e vai embora
Minha poesia chora
Quando a minha criança
Decide virar senhora
Minha poesia chora
Quando esqueço que, para o bem
Não preciso marcar hora
Minha poesia também chora
Quando germina em meu peito
A semente da vitória
E continua chorando
Toda vez que vou lembrando
De partes da minha História
Isaías Gresmés 28/04/2010
Minha poesia chora
Quando o brilho da esperança
Me abandona e vai embora
Minha poesia chora
Quando a minha criança
Decide virar senhora
Minha poesia chora
Quando esqueço que, para o bem
Não preciso marcar hora
Minha poesia também chora
Quando germina em meu peito
A semente da vitória
E continua chorando
Toda vez que vou lembrando
De partes da minha História
Isaías Gresmés 28/04/2010
sábado, 10 de abril de 2010
APENAS UM TOQUE
APENAS UM TOQUE
Ora, não culpes a chuva por molhar a terra!
Nem o morro despido, pelo desmoronamento...
Os pingos do céu só não lavam o desgoverno!
No mais, lavam e promovem a vida no seio do solo
E abastecem de vida os leitos dos rios:
Verdadeiras artérias da mãe Terra.
Ora, não blasfemes!
Olhai os animais, que durante a tempestade,
Abaixam as cabeças em respeito...
Feliz o homem que tem a humildade de aprender
O que um animal tem para ensinar.
ISAÍAS RODRIGUES DE OLIVEIRA – 10/04/2010
Ora, não culpes a chuva por molhar a terra!
Nem o morro despido, pelo desmoronamento...
Os pingos do céu só não lavam o desgoverno!
No mais, lavam e promovem a vida no seio do solo
E abastecem de vida os leitos dos rios:
Verdadeiras artérias da mãe Terra.
Ora, não blasfemes!
Olhai os animais, que durante a tempestade,
Abaixam as cabeças em respeito...
Feliz o homem que tem a humildade de aprender
O que um animal tem para ensinar.
ISAÍAS RODRIGUES DE OLIVEIRA – 10/04/2010
domingo, 4 de abril de 2010
Mestre Yoda
MESTRE YODA
“Ninguém grande a guerra faz.”
Guerra, pequeno pensamento é.
Se pensas assim, voltes para trás,
Até o ponto onde deixastes a fé.
“Julgas-me, acaso, pelo meu tamanho?”
Oras, não faças isso nunca não!
Maior eu sou que meu pensamento,
Cujo tamanho foge à sua razão...
“Incomodas-te minha aparência?”
Tê-la boa é raro com minha idade...
Preocupa-me mais é minha essência,
Pois é ela, a minha singularidade...
“Não subestime, da força, o lado negro!”
Pois, vítima fatal, dele, podes ser.
Cultives o bem em teu coração
Se, nesta vida, queiras bem viver.
Isaías Gresmés 3/04/2010
“Ninguém grande a guerra faz.”
Guerra, pequeno pensamento é.
Se pensas assim, voltes para trás,
Até o ponto onde deixastes a fé.
“Julgas-me, acaso, pelo meu tamanho?”
Oras, não faças isso nunca não!
Maior eu sou que meu pensamento,
Cujo tamanho foge à sua razão...
“Incomodas-te minha aparência?”
Tê-la boa é raro com minha idade...
Preocupa-me mais é minha essência,
Pois é ela, a minha singularidade...
“Não subestime, da força, o lado negro!”
Pois, vítima fatal, dele, podes ser.
Cultives o bem em teu coração
Se, nesta vida, queiras bem viver.
Isaías Gresmés 3/04/2010
sábado, 27 de março de 2010
O que dizer
O que dizer
O que dizer da vaidade
Senão que ela se vai com a idade
O que dizer da ambição
Senão que ela é coisa do cão
O que dizer da verdade infinda
Senão que ela não existe ainda
O que dizer da felicidade
Senão que ela deixa uma saudade
Isaías Gresmés 27/03/2010
O que dizer da vaidade
Senão que ela se vai com a idade
O que dizer da ambição
Senão que ela é coisa do cão
O que dizer da verdade infinda
Senão que ela não existe ainda
O que dizer da felicidade
Senão que ela deixa uma saudade
Isaías Gresmés 27/03/2010
sexta-feira, 19 de março de 2010
OPUS VITAE
OPUS VITAE
Eu e a poesia vivemos entre o céu e o inferno
Quando no céu, meus versos são ternos, feito riso de bebê
Quando no inferno, meus versos são rudes, feito escarro de bebum
Minha poesia brota dos meus dedos
Os mesmos dedos que acaricia no ato do amor
E que, em outros momentos, executam as minhas tragédias pessoais:
Parte da minha poesia deve permanecer obscura
Pois
Minha poesia eu sou
Com a difícil tarefa de tornar-se carne a cada novo dia
ISAÍAS RODRIGUES DE OLIVEIRA 19/03/2010
Eu e a poesia vivemos entre o céu e o inferno
Quando no céu, meus versos são ternos, feito riso de bebê
Quando no inferno, meus versos são rudes, feito escarro de bebum
Minha poesia brota dos meus dedos
Os mesmos dedos que acaricia no ato do amor
E que, em outros momentos, executam as minhas tragédias pessoais:
Parte da minha poesia deve permanecer obscura
Pois
Minha poesia eu sou
Com a difícil tarefa de tornar-se carne a cada novo dia
ISAÍAS RODRIGUES DE OLIVEIRA 19/03/2010
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