Um homem... Uma mulher
Um homem excitado tem raio x no olhar
Uma mulher excitada pode hipnotizar
O homem, no sexo, busca logo começar
A mulher, mais exigente, busca a preliminar
O homem é mecânico, é máquina de gozar
A mulher é mais sensível, pra gozar tem que gostar
O homem se alivia, vira-se e quer dormir
A mulher quer nessa hora, a relação discutir
O homem é centrado, direto, animal
A mulher se preserva pro homem ideal
Homem e mulher são diferentes, é verdade
Mas só quando os dois se unem, conhecem a felicidade
Isaías Gresmés 30/01/2009
Criei este espaço com o intuito de expor meu trabalho. Sinta-se em casa amigo. OBSERVAÇÃO: NÃO SE ESQUEÇA DE DEIXAR UM COMENTÁRIO. PRECISO DA SUA OPINIÃO, POIS ELA É MUITO IMPORTANTE PARA O MEU CRESCIMENTO LITERÁRIO. OBRIGADO.
sexta-feira, 30 de janeiro de 2009
quarta-feira, 28 de janeiro de 2009
Poesia boa está na mente
Poesia boa está na mente
O poeta é um garimpeiro
Que busca, com primazia
O seu ouro verdadeiro
Que se chama poesia
Essa jóia preciosa
Incrusta seu coração
E a gema valiosa
É a sua devoção
O poeta vai contente
Na arte gratificante
De compor versos, que a mente
Lhe traz a todo instante
São lindos, são reluzentes
São senhas para sonhar
São mais que suficientes
Pra fazer emocionar
A riqueza de um poeta
Está na sua poesia
Ele lança a frase certa
E nunca erra a pontaria
“Poesia boa está na mente”
Mas quem sente é o coração
Ela toca todo vivente
Que a ela dá atenção
Isaías Gresmés 28/01/2009
O poeta é um garimpeiro
Que busca, com primazia
O seu ouro verdadeiro
Que se chama poesia
Essa jóia preciosa
Incrusta seu coração
E a gema valiosa
É a sua devoção
O poeta vai contente
Na arte gratificante
De compor versos, que a mente
Lhe traz a todo instante
São lindos, são reluzentes
São senhas para sonhar
São mais que suficientes
Pra fazer emocionar
A riqueza de um poeta
Está na sua poesia
Ele lança a frase certa
E nunca erra a pontaria
“Poesia boa está na mente”
Mas quem sente é o coração
Ela toca todo vivente
Que a ela dá atenção
Isaías Gresmés 28/01/2009
terça-feira, 27 de janeiro de 2009
Rodando na Capoeira
RODANDO NA CAPOEIRA
No passado eu era um iniciante
E um instrutor, quis-me castigar
Nem entrei na roda, veio o galopante
E o sangue, da boca, começou a pingar
Fiquei apavorado com aquele castigo
E o “quebra jereba” eu quis abandonar
Mas o gunga chamou e o inimigo
Deu-me um parafuso e eu fiz foi voar
Acordei no hospital só no outro dia
Uma costela quebrada e a outra também
Ali do meu lado minha mãe dizia
“Meu filho, se anime, você vai ficar bem”
Revoltado com aquilo que me aconteceu
Decidi treinar mais e com perseverança
Para poder enfrentar a quem me bateu
E assim dar início a minha vingança
Cinco anos passados... minha formatura
Dia especial lá na academia
Pensei cá comigo “hoje tem sepultura
E ela, por hoje, não fica vazia”
Joguei só com bambas da região
E lá, entre eles, não vi o “valente”
Depois de alguns tombos e “beijos no chão”
Aparece o carrasco com um riso entre os dentes
Bati em sua mão tal qual cascavel
Num bote, esperando a sua reação
Ele deu um aú, com as pernas pr’o céu
Eu na cabeçada o deixei sem ação
O traste levantou assim meio sem jeito
Seu riso entre os dentes tinha desaparecido
Soltou uma chapa de encontro ao meu peito
Mas eu esquivei e “martelei” seu ouvido
Ele meio tonto e meio sem rumo
Bambeando na roda feito bambu
Saiu para o lado, assim fora de prumo
E eu : cabeçada, rolê e aú...
O covarde aprendeu que na capoeira
A roda só gira... é bom respeitar
Pois o menino, que hoje, leva rasteira
Amanhã, em outra roda, pode te pegar
Isaías Gresmés 27/01/2009
No passado eu era um iniciante
E um instrutor, quis-me castigar
Nem entrei na roda, veio o galopante
E o sangue, da boca, começou a pingar
Fiquei apavorado com aquele castigo
E o “quebra jereba” eu quis abandonar
Mas o gunga chamou e o inimigo
Deu-me um parafuso e eu fiz foi voar
Acordei no hospital só no outro dia
Uma costela quebrada e a outra também
Ali do meu lado minha mãe dizia
“Meu filho, se anime, você vai ficar bem”
Revoltado com aquilo que me aconteceu
Decidi treinar mais e com perseverança
Para poder enfrentar a quem me bateu
E assim dar início a minha vingança
Cinco anos passados... minha formatura
Dia especial lá na academia
Pensei cá comigo “hoje tem sepultura
E ela, por hoje, não fica vazia”
Joguei só com bambas da região
E lá, entre eles, não vi o “valente”
Depois de alguns tombos e “beijos no chão”
Aparece o carrasco com um riso entre os dentes
Bati em sua mão tal qual cascavel
Num bote, esperando a sua reação
Ele deu um aú, com as pernas pr’o céu
Eu na cabeçada o deixei sem ação
O traste levantou assim meio sem jeito
Seu riso entre os dentes tinha desaparecido
Soltou uma chapa de encontro ao meu peito
Mas eu esquivei e “martelei” seu ouvido
Ele meio tonto e meio sem rumo
Bambeando na roda feito bambu
Saiu para o lado, assim fora de prumo
E eu : cabeçada, rolê e aú...
O covarde aprendeu que na capoeira
A roda só gira... é bom respeitar
Pois o menino, que hoje, leva rasteira
Amanhã, em outra roda, pode te pegar
Isaías Gresmés 27/01/2009
domingo, 25 de janeiro de 2009
NO CORDEL SOU MENESTREL
NO CORDEL SOU MENESTREL
Passarinho é cantador
Que canta até no céu
Penso eu ser trovador
Que transforma dor em mel
Mas Udine afirmou
Que eu sou um menestrel
Eu canto as coisas do mundo
Que gira em carrossel
Descrevo o nobre vaqueiro
Viajando com seu tropel
Mas não sou historiador
Apenas um menestrel
Aprecio a boa música
Vivaldi, Henry Purcell
Zé Ramalho, Zeca, Chico
Martinho da Vila Isabel
Mas não sou compositor
Sou humilde menestrel
Eu adoro futebol
Torço e grito pra dedéu
Quando o time perde o gol
Eu digo: “Meu Deus do céu!”
Mas não jogo não senhor
Sou apenas menestrel
Durante a copa do mundo
Fiquei até “mei pinel”
Ao ouvir o Galvão dizer:
“Vai que é tua Taffarel!”
Galvão é um narrador
E eu sou um menestrel
Falar de alegria é bom
Levar a taça, o troféu
Mas não vou me abster
De mostrar o lado cruel
Que a vida apresenta
A este atento menestrel
Têm coisas que eu não gosto
Como crianças ao léu
Deixadas à própria sorte
Num amargo destino em fel
Amigo, isso me esmaga
Mas sou só um menestrel
Eu também fico bem triste
Vendo mata em fogaréu
Transformando-se em fumaça
E poluindo o vasto céu
Mas o que posso fazer
Se sou só um menestrel
Deixo a tristeza de lado
E alegro-me no papel
Imprimindo a poesia
Em versos doces de mel
A poesia me alegra
Sigo sendo menestrel
O meu verso é uma pipa
E eu seguro o carretel
A linha é um cabelo
Igual o de Rapunzel
Ela laça a inspiração
E trás pra esse menestrel
Passarinho é cantador
Pescador vai no batel
Quem tem perfume é flor
Quem vive em ilha é ilhéu
Eu não sou um cordelista
Sou apenas menestrel
Isaías Gresmés 25/01/2009
Passarinho é cantador
Que canta até no céu
Penso eu ser trovador
Que transforma dor em mel
Mas Udine afirmou
Que eu sou um menestrel
Eu canto as coisas do mundo
Que gira em carrossel
Descrevo o nobre vaqueiro
Viajando com seu tropel
Mas não sou historiador
Apenas um menestrel
Aprecio a boa música
Vivaldi, Henry Purcell
Zé Ramalho, Zeca, Chico
Martinho da Vila Isabel
Mas não sou compositor
Sou humilde menestrel
Eu adoro futebol
Torço e grito pra dedéu
Quando o time perde o gol
Eu digo: “Meu Deus do céu!”
Mas não jogo não senhor
Sou apenas menestrel
Durante a copa do mundo
Fiquei até “mei pinel”
Ao ouvir o Galvão dizer:
“Vai que é tua Taffarel!”
Galvão é um narrador
E eu sou um menestrel
Falar de alegria é bom
Levar a taça, o troféu
Mas não vou me abster
De mostrar o lado cruel
Que a vida apresenta
A este atento menestrel
Têm coisas que eu não gosto
Como crianças ao léu
Deixadas à própria sorte
Num amargo destino em fel
Amigo, isso me esmaga
Mas sou só um menestrel
Eu também fico bem triste
Vendo mata em fogaréu
Transformando-se em fumaça
E poluindo o vasto céu
Mas o que posso fazer
Se sou só um menestrel
Deixo a tristeza de lado
E alegro-me no papel
Imprimindo a poesia
Em versos doces de mel
A poesia me alegra
Sigo sendo menestrel
O meu verso é uma pipa
E eu seguro o carretel
A linha é um cabelo
Igual o de Rapunzel
Ela laça a inspiração
E trás pra esse menestrel
Passarinho é cantador
Pescador vai no batel
Quem tem perfume é flor
Quem vive em ilha é ilhéu
Eu não sou um cordelista
Sou apenas menestrel
Isaías Gresmés 25/01/2009
sexta-feira, 23 de janeiro de 2009
EU NÃO GOSTO DE INTERNETÊS
EU NÃO GOSTO DE INTERNETÊS
Eu não gosto de “vc”
Tampouco de bjusss1000
Por que escrever “pq”?
Vai pra puta que o pariu!
Também não gosto do “q”
E nem da porra do “naum”
Que besteira é isso ai?
Mais parece palavrão!
Não gosto do “internetês”
Essa grande aberração
Que emporcalha o Português
A língua dessa nação
Àqueles moderninhos
Mando meu desprezo terno
E que escrevam suas frescuras
Lá nos Quintos dos Infernos!
ISAÍAS GRESMÉS 23/01/2009
Eu não gosto de “vc”
Tampouco de bjusss1000
Por que escrever “pq”?
Vai pra puta que o pariu!
Também não gosto do “q”
E nem da porra do “naum”
Que besteira é isso ai?
Mais parece palavrão!
Não gosto do “internetês”
Essa grande aberração
Que emporcalha o Português
A língua dessa nação
Àqueles moderninhos
Mando meu desprezo terno
E que escrevam suas frescuras
Lá nos Quintos dos Infernos!
ISAÍAS GRESMÉS 23/01/2009
quinta-feira, 22 de janeiro de 2009
Minhas alegrias
Minhas alegrias
As minhas alegrias estão impregnadas na minha alma.
Sim, fazem parte de mim.
Permanecem em mim como num processo de letargia,
Esperando o momento de se manifestarem.
Sinto um pouco delas tomar parte de mim,
Cedinho, ao amanhecer,
Quando desperto do sono reparador,
Com belas melodias dos filhinhos de Deus:
Numa árvore, alguns bem-te-vis, como a me chamar
“Venha amigo! Venha conosco celebrar mais um dia...”
Em outra árvore, meu amigo pintasilgo, todo orgulhoso do ninho que fez,
Canta para mim e pula de galho em galho, fazendo também pular da minha alma
Parte da alegria nela contida. E esta alegria faz meu coração seguir as canções
Dos pássaros, fazendo a vez da percussão.
O galo do vizinho solta de lá seu cocoricó mágico
E minh’alma feliz agradece ao pai por mais um dia.
O que me alegra são esses pequenos detalhes da vida.
Eu, pequeno diante da grandeza divina,
Emociono-me diante de criaturas bem menores que eu...
Menores no tamanho, mas com o poder de despertar o divino,
A parte divina que há na alma de cada ser: a alegria.
Isaías Gresmés 22/01/2009
As minhas alegrias estão impregnadas na minha alma.
Sim, fazem parte de mim.
Permanecem em mim como num processo de letargia,
Esperando o momento de se manifestarem.
Sinto um pouco delas tomar parte de mim,
Cedinho, ao amanhecer,
Quando desperto do sono reparador,
Com belas melodias dos filhinhos de Deus:
Numa árvore, alguns bem-te-vis, como a me chamar
“Venha amigo! Venha conosco celebrar mais um dia...”
Em outra árvore, meu amigo pintasilgo, todo orgulhoso do ninho que fez,
Canta para mim e pula de galho em galho, fazendo também pular da minha alma
Parte da alegria nela contida. E esta alegria faz meu coração seguir as canções
Dos pássaros, fazendo a vez da percussão.
O galo do vizinho solta de lá seu cocoricó mágico
E minh’alma feliz agradece ao pai por mais um dia.
O que me alegra são esses pequenos detalhes da vida.
Eu, pequeno diante da grandeza divina,
Emociono-me diante de criaturas bem menores que eu...
Menores no tamanho, mas com o poder de despertar o divino,
A parte divina que há na alma de cada ser: a alegria.
Isaías Gresmés 22/01/2009
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