Mitologia grega
A mitologia da Grécia antiga
É algo bonito e que muito intriga
Lá encontramos Zeus, deus maioral
Em relação aos outros, está no pedestal
O Monte Olimpo é sua moradia
De onde observa todas as cercanias
Das ilhas gregas no mar Egeu
E os confis de todo reino seu
De lá ele viu Hercules, menino
Separar a Europa da África sorrindo
E essa façanha fez aflorar
Hoje o conhecido Estreito de Gibraltar
Também viu e vê o amor
De Eros, quentíssimo, deus do amor
Amor carnal, herança de Afrodite
Da qual herdou todo seu apetite
De Ares herdou a força masculina
E a fertilidade tornou-se sua sina
Nos dias de hoje seu poder aparece
Por entre os amantes, cada vez que anoitece...
Paro por aqui, mas não pára a mitologia
Ela é muito extensa, é muito mais rica
Paro por aqui – falta-me conhecimento
Da mitologia só mostrei um momento.
Isaías Gresmés 26/07/2008
Criei este espaço com o intuito de expor meu trabalho. Sinta-se em casa amigo. OBSERVAÇÃO: NÃO SE ESQUEÇA DE DEIXAR UM COMENTÁRIO. PRECISO DA SUA OPINIÃO, POIS ELA É MUITO IMPORTANTE PARA O MEU CRESCIMENTO LITERÁRIO. OBRIGADO.
sábado, 26 de julho de 2008
Vampira que um dia amei
Vampira que um dia amei
Adeus Vampira que um dia amei
Deixei você sugar meu pescoço
Mordeu minha alma
Corroeu meus ossos
Mas dessa paixão, hoje me livrei
Meus sentimentos foram exauridos
tal qual um porco, em sua triste sina
Não te amo mais, sua assassina
Das sua presas já me libertei
Adeus Vampira que um dia amei
Hoje, meu sangue você já não suga
E com certeza, não sugará jamais
Adeus Vampira, sua demônia
Parte pro inferno e até nunca mais
Lá te espera, feliz, o Satanás
Adeus Vampira, hoje amo a vida
E essa vida me mostrou alguém
E esse alguém me fez sentir melhor
Muito melhor de que quando te amava
Adeus vampira, não te quero mais
A sua vítima já se foi, já era
vai criatura! Rume pro além!
Hoje eu amo e também sou amado
tenho uma linda musa do meu lado
Vivo feliz, não quero mais ninguém!
Isaías Gresmés 26/07/2008
Adeus Vampira que um dia amei
Deixei você sugar meu pescoço
Mordeu minha alma
Corroeu meus ossos
Mas dessa paixão, hoje me livrei
Meus sentimentos foram exauridos
tal qual um porco, em sua triste sina
Não te amo mais, sua assassina
Das sua presas já me libertei
Adeus Vampira que um dia amei
Hoje, meu sangue você já não suga
E com certeza, não sugará jamais
Adeus Vampira, sua demônia
Parte pro inferno e até nunca mais
Lá te espera, feliz, o Satanás
Adeus Vampira, hoje amo a vida
E essa vida me mostrou alguém
E esse alguém me fez sentir melhor
Muito melhor de que quando te amava
Adeus vampira, não te quero mais
A sua vítima já se foi, já era
vai criatura! Rume pro além!
Hoje eu amo e também sou amado
tenho uma linda musa do meu lado
Vivo feliz, não quero mais ninguém!
Isaías Gresmés 26/07/2008
Quando te vi sorrindo...
Quando te vi sorrindo
Rompi todos os limites do meu pensamento
Sei que posso até estar enganado
mas foi concreto aquele momento
Uma linda luz fluía dos seus olhos
E com ela me banhei
Ausentei-me por alguns instantes
Pois naquele momento
Sonhei
Sonhei que te beijava e que já fazia parte
Da pureza dos seus pensamentos
Acordei com você me balançando
Me arrepiei
Hoje sei
Deus plantou na minha vida você
E isso me proporcionou um universo de prazer.
Isaías Gresmés 26/07/2008
Rompi todos os limites do meu pensamento
Sei que posso até estar enganado
mas foi concreto aquele momento
Uma linda luz fluía dos seus olhos
E com ela me banhei
Ausentei-me por alguns instantes
Pois naquele momento
Sonhei
Sonhei que te beijava e que já fazia parte
Da pureza dos seus pensamentos
Acordei com você me balançando
Me arrepiei
Hoje sei
Deus plantou na minha vida você
E isso me proporcionou um universo de prazer.
Isaías Gresmés 26/07/2008
quarta-feira, 23 de julho de 2008
Declaração de um matuto
Declaração de um matutoVou contar para vocês
O que me deixa contente
É acordar bem cedinho
E tomar o meu leitinho
Que acabei de tirar
E ainda está quente!
E depois trilhar o caminho
Que me leva até o roçado
Então eu trabalho a terra
E faço o que ela espera
Até chegar o almoço
Hora do descanço sagrado
Assim que a bóia assenta
Eu volto para o batente
E vou carpinar o mato
Vencendo o calor do mormaço
Até terminar o dia
Pois sou matuto valente
E no final do dia
Eu faço uma oração
À minha mãe Maria
E agradeço pelo dia
Por minha família
Pela saúde e pelo pão
Valei-me meu bom Deus!
Pois o que tem de melhor
Na minha palhoça é a paz
Agradeço a você meu senhor
Por meu cantinho feliz
Ao senhor não peço nada mais
Isaías Gresmés 23/07/2008
O que me deixa contente
É acordar bem cedinho
E tomar o meu leitinho
Que acabei de tirar
E ainda está quente!
E depois trilhar o caminho
Que me leva até o roçado
Então eu trabalho a terra
E faço o que ela espera
Até chegar o almoço
Hora do descanço sagrado
Assim que a bóia assenta
Eu volto para o batente
E vou carpinar o mato
Vencendo o calor do mormaço
Até terminar o dia
Pois sou matuto valente
E no final do dia
Eu faço uma oração
À minha mãe Maria
E agradeço pelo dia
Por minha família
Pela saúde e pelo pão
Valei-me meu bom Deus!
Pois o que tem de melhor
Na minha palhoça é a paz
Agradeço a você meu senhor
Por meu cantinho feliz
Ao senhor não peço nada mais
Isaías Gresmés 23/07/2008
Bach, um Deus da música
Bach, um Deus da música
Um dia, nosso pai mandou-nos um guia
Que em pouco tempo virou um estandarte
Com ele as notas fluíam com arte
transformando o ar em pura magia
Jesus Alegria dos Homens - é amor
A tocata e fuga em ré - só beleza
As suas cantatas transmitem leveza
E juntas são obras de grande valor
Bach, nome simples, gênio sem igual
Fazia, com as notas, a sua poesia
De maneira única, individual
Seu cravo, o tempero, é bem surreal
Quem sente seu gosto já se extasia
E a alma viaja no oposto do mal
Isaías Gresmés 20/05/2008
Um dia, nosso pai mandou-nos um guia
Que em pouco tempo virou um estandarte
Com ele as notas fluíam com arte
transformando o ar em pura magia
Jesus Alegria dos Homens - é amor
A tocata e fuga em ré - só beleza
As suas cantatas transmitem leveza
E juntas são obras de grande valor
Bach, nome simples, gênio sem igual
Fazia, com as notas, a sua poesia
De maneira única, individual
Seu cravo, o tempero, é bem surreal
Quem sente seu gosto já se extasia
E a alma viaja no oposto do mal
Isaías Gresmés 20/05/2008
terça-feira, 22 de julho de 2008
MALDITOS DIAS DE MULHERES
MALDITOS DIAS DE MULHERES
Eu não sei por que te amo
Veja, você me amedronta com esses seus olhos de gente ruim
Por que às vezes você fica assim?
Eu não sei por que te amo
Olha, ontem você arranhava sensualmente meu peito
Por que hoje arranca minha pele desse jeito?
Eu não sei por que te amo
Escuta, ontem você cantava em meu ouvido
Hoje grita! Xinga! Meu Deus! O que é isso?
Eu não sei por que te amo
Presta atenção, ontem era só alegria
Por que diabos hoje é essa agonia?
Eu não sei por que te amo
Aprendi, todo mês é a mesma ladainha
Alguns dias me ama; outros me aporrinha
Ó malditos “dias de mulheres!” Ó insanos dias!
Elas ficam loucas; choram, gritam
Ficam roucas, por tudo se irritam...
Agora sei por que te amo
Sou louco por você e mesmo com a tal TPM,
Não sei, sem seu, amor viver...
ISAÍAS 07/06/2008
Eu não sei por que te amo
Veja, você me amedronta com esses seus olhos de gente ruim
Por que às vezes você fica assim?
Eu não sei por que te amo
Olha, ontem você arranhava sensualmente meu peito
Por que hoje arranca minha pele desse jeito?
Eu não sei por que te amo
Escuta, ontem você cantava em meu ouvido
Hoje grita! Xinga! Meu Deus! O que é isso?
Eu não sei por que te amo
Presta atenção, ontem era só alegria
Por que diabos hoje é essa agonia?
Eu não sei por que te amo
Aprendi, todo mês é a mesma ladainha
Alguns dias me ama; outros me aporrinha
Ó malditos “dias de mulheres!” Ó insanos dias!
Elas ficam loucas; choram, gritam
Ficam roucas, por tudo se irritam...
Agora sei por que te amo
Sou louco por você e mesmo com a tal TPM,
Não sei, sem seu, amor viver...
ISAÍAS 07/06/2008
O que se passa na mente do poeta?
O que se passa na mente do poeta?
O que se passa na mente do poeta?
Ora! Não sabes?
É uma nuvem tempestuosa de palavras incertas!
E ele, confuso, prepara as calhas para aprisionar algumas
Em modelos pré-determinados;
Alguns conjutos de palavras formar-se-ão trovas;
Outros, sonetos;
Outros livros:
Porque não?
Providência divina, em forma de frente fria:
Transformai esses vapores divinos,
Em forma de pingos -
Chuva!
E que ela seja aprisionada em minhas várias cisternas...
Deus!
Não permita, nunca! que o mundo dos meus versos
Seque, devido à falta de amor
Pela poesia!
Isaías Gresmés 22-07-2008
O que se passa na mente do poeta?
Ora! Não sabes?
É uma nuvem tempestuosa de palavras incertas!
E ele, confuso, prepara as calhas para aprisionar algumas
Em modelos pré-determinados;
Alguns conjutos de palavras formar-se-ão trovas;
Outros, sonetos;
Outros livros:
Porque não?
Providência divina, em forma de frente fria:
Transformai esses vapores divinos,
Em forma de pingos -
Chuva!
E que ela seja aprisionada em minhas várias cisternas...
Deus!
Não permita, nunca! que o mundo dos meus versos
Seque, devido à falta de amor
Pela poesia!
Isaías Gresmés 22-07-2008
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