Ele Virá
Ele virá!
Se a humanidade, contra Ele, não se virar...
Ele virá!
Se a humanidade, contra Ele não se desumanizar...
Ele virá!
Virá para quem O esperar.
Mas, não há razão em se preocupar:
Porque Ele, na verdade, aqui já está!
Em vir,
Não precisará.
Mas, como saber onde Ele está?
Para responder-lhe vou ousar:
Pergunte à criança, que não sabe falar;
Pergunte ao lesado, que não sabe pensar;
Pergunte ao velho, que esqueceu de lembrar;
Mas, não pergunte ao sábio em decorar...
Porque ele dirá:
Ele virá!
Ele virá!
Isaías Gresmés 04/12/2009
Criei este espaço com o intuito de expor meu trabalho. Sinta-se em casa amigo. OBSERVAÇÃO: NÃO SE ESQUEÇA DE DEIXAR UM COMENTÁRIO. PRECISO DA SUA OPINIÃO, POIS ELA É MUITO IMPORTANTE PARA O MEU CRESCIMENTO LITERÁRIO. OBRIGADO.
sexta-feira, 4 de dezembro de 2009
Elemento Relevante
Elemento Relevante
Elemento relevante
É um francês espumante
Quando o perdão vai brindar
É gesto emocionante
Que eterniza o instante
Com nobre gesto de Amar
É obra primordial
Do Mestre celestial
----------------------------------
Isaías Gresmés 04/12/2009
Elemento relevante
É um francês espumante
Quando o perdão vai brindar
É gesto emocionante
Que eterniza o instante
Com nobre gesto de Amar
É obra primordial
Do Mestre celestial
----------------------------------
Isaías Gresmés 04/12/2009
quinta-feira, 3 de dezembro de 2009
Fio de Esperança
FIO DE ESPERANÇA
Para salvar o náufrago
Uma boia,
Uma corda,
Uma corda só, somente
Para salvar a Gestão Pública
Hei político, acorda
Acorda
Trabalhe para sua gente
Para afastar a dor
Da angústia, triste dor
Que na alma se faz frequente
Um sorriso delicado
Bonito e compassado,
De uma criança contente
Para amarrar
Nos corações dos homens
A fé que balança
Quase descrente
Um fio
Apenas um fio
Sim, um fio
Invisível e resistente
Seu nome é esperança
Sai dos braços da criança
Que lhe abraça docemente
Também sai da oração que emana de todo crente
Um fio
Apenas um fio
Um fio de esperança
Assim como as crianças
É obra-prima do Onipotente
Isaías Gresmés 3/12/2009
Para salvar o náufrago
Uma boia,
Uma corda,
Uma corda só, somente
Para salvar a Gestão Pública
Hei político, acorda
Acorda
Trabalhe para sua gente
Para afastar a dor
Da angústia, triste dor
Que na alma se faz frequente
Um sorriso delicado
Bonito e compassado,
De uma criança contente
Para amarrar
Nos corações dos homens
A fé que balança
Quase descrente
Um fio
Apenas um fio
Sim, um fio
Invisível e resistente
Seu nome é esperança
Sai dos braços da criança
Que lhe abraça docemente
Também sai da oração que emana de todo crente
Um fio
Apenas um fio
Um fio de esperança
Assim como as crianças
É obra-prima do Onipotente
Isaías Gresmés 3/12/2009
terça-feira, 1 de dezembro de 2009
Prece à causa desumana*
PRECE À CAUSA DESUMANA
Numa sala, sem saber que estavam sendo observados por seres humanos, um grupo de desumanos* faz uma prece em agradecimento ao seu senhor:
“Oh, maldito Capeta que estais no inferno, aqui estamos reunidos para vos agradecer pela benção desta propina que acabamos de receber. Sabeis-vos bem quantas crianças deixamos de nutrir, quantos velhos deixamos de assistir para que vossa obra obtivesse êxito. Não é de hoje que nós nos infiltramos entre os asquerosos humanos para cumprir o vosso mandamento que sentencia: ‘O mal triunfará porque os desumanos tornar-se-ão maioria na face da Terra’; mandamento este que nós tanto nos esforçamos para cumpri-lo na íntegra. Oh desgraçado Senhor das trevas, Essência maldita de todo o mal, cubrais este dinheiro sujo com vossa pegajosa maldição e que ele sirva para comprar a conivência dos simpatizantes e convertidos à causa desumana, para que em breve vos, oh peçonhento Capeta, possais triunfar por sobre a Terra e seus malditos seres infelizes. Que vossa fúria e vosso ódio recaiam por sobre todos, que assim seja!”
Gresmés 01/12/2009
NA *Desumanos são parecidos aos humanos, mas são diferentes na essência e na decência.
Numa sala, sem saber que estavam sendo observados por seres humanos, um grupo de desumanos* faz uma prece em agradecimento ao seu senhor:
“Oh, maldito Capeta que estais no inferno, aqui estamos reunidos para vos agradecer pela benção desta propina que acabamos de receber. Sabeis-vos bem quantas crianças deixamos de nutrir, quantos velhos deixamos de assistir para que vossa obra obtivesse êxito. Não é de hoje que nós nos infiltramos entre os asquerosos humanos para cumprir o vosso mandamento que sentencia: ‘O mal triunfará porque os desumanos tornar-se-ão maioria na face da Terra’; mandamento este que nós tanto nos esforçamos para cumpri-lo na íntegra. Oh desgraçado Senhor das trevas, Essência maldita de todo o mal, cubrais este dinheiro sujo com vossa pegajosa maldição e que ele sirva para comprar a conivência dos simpatizantes e convertidos à causa desumana, para que em breve vos, oh peçonhento Capeta, possais triunfar por sobre a Terra e seus malditos seres infelizes. Que vossa fúria e vosso ódio recaiam por sobre todos, que assim seja!”
Gresmés 01/12/2009
NA *Desumanos são parecidos aos humanos, mas são diferentes na essência e na decência.
sexta-feira, 20 de novembro de 2009
Meu outro lado
Meu outro lado
Eu tenho um outro lado
Escondido em minha carcaça
Não é nem bom nem malvado
E, a mim, sempre ameaça
Quando a razão me cala
Ele põe-se a falar
E começa a cuspir bala
Com seus verbos de matar
E matando, dá risada
Grita e fala palavrão
Depois sai em disparada
Me deixando só, na mão
Meu outro lado é cruel
À falsidade e ao cinismo
E a quem diz frases de mel
Mas em prol do egoísmo
Meu outro lado não gosta
De quem se disfarça de santo
E já manda comer bosta
Pra mostrar seu desencanto
Meu outro lado é o oposto
Dos preceitos sociais
Pois não engole desgostos
E sapos, nunca, jamais
Eu tenho esse outro lado
E não escondo não senhor
Porque eu não sou safado
Pra me disfarçar de flor
Se precisar mostro o espinho
Desse alterado eu
Que fica escondidinho
Neste coração que é meu
Isaías Gresmés 20/11/2009
Eu tenho um outro lado
Escondido em minha carcaça
Não é nem bom nem malvado
E, a mim, sempre ameaça
Quando a razão me cala
Ele põe-se a falar
E começa a cuspir bala
Com seus verbos de matar
E matando, dá risada
Grita e fala palavrão
Depois sai em disparada
Me deixando só, na mão
Meu outro lado é cruel
À falsidade e ao cinismo
E a quem diz frases de mel
Mas em prol do egoísmo
Meu outro lado não gosta
De quem se disfarça de santo
E já manda comer bosta
Pra mostrar seu desencanto
Meu outro lado é o oposto
Dos preceitos sociais
Pois não engole desgostos
E sapos, nunca, jamais
Eu tenho esse outro lado
E não escondo não senhor
Porque eu não sou safado
Pra me disfarçar de flor
Se precisar mostro o espinho
Desse alterado eu
Que fica escondidinho
Neste coração que é meu
Isaías Gresmés 20/11/2009
sábado, 31 de outubro de 2009
A canção do novo mundo
A CANÇÃO DO NOVO MUNDO
A canção do novo mundo
É a mais linda das canções
Seu apelo faz o moribundo
Correr sorrindo nas elevações
A canção do novo mundo
Interfere nos sentidos
Pois torna cada segundo
Digno de ser ouvido
No novo mundo a canção
Do verbo, arte se fez
E cada nota então
Fez-se tutti de uma vez
No novo mundo a canção
Mostrou a todos mortais
Que a arte, essa não
Não vai morrer jamais
Isaías Gresmés 31/10/2009
A canção do novo mundo
É a mais linda das canções
Seu apelo faz o moribundo
Correr sorrindo nas elevações
A canção do novo mundo
Interfere nos sentidos
Pois torna cada segundo
Digno de ser ouvido
No novo mundo a canção
Do verbo, arte se fez
E cada nota então
Fez-se tutti de uma vez
No novo mundo a canção
Mostrou a todos mortais
Que a arte, essa não
Não vai morrer jamais
Isaías Gresmés 31/10/2009
quinta-feira, 29 de outubro de 2009
A ESTRADA DA VIDA
A ESTRADA DA VIDA
A estrada da vida é um longo caminho
Que ruma o homem à perfeição,
Mesmo sabendo ele ser somente um cisquinho,
Esforça-se sempre para entender sua missão.
A estrada da vida é longa lição
Que se iniciou já no primeiro segundo,
No momento em que Deus, numa Grande Explosão,
Concedeu-nos tudo isso que chamamos de mundo.
A estrada da vida é o espaço-tempo,
Verdadeira medida do vasto universo,
Capaz de medir até quando tento
Descrever tudo isso com meus simples versos.
A estrada da vida foi planejada
Por nosso Senhor (e ela sempre se renova).
Seu início foi de forma “acalorada”,
Numa pirotecnia de uma Supernova.
Então, a poeira dos seus elementos,
Sucumbiram-se em um imenso caracol;
A gravidade estupenda, em um dos seus fragmentos,
Fez surgir para vida nosso lindo sol.
Outra parte, menor, nesta remota era,
Passou a girar, orbitando o rei.
Refiro-me à nossa querida Terra
Cumprindo à Física, um fundamento, uma lei.
Portanto, nós somos poeira de estrela,
Uma obra do Pai em um tempo distante...
A estrada da vida? Vamos percorrê-la
Pois somos eternos, tal qual diamante.
A estrada da vida é a consciência
Da humanidade, no passar do tempo.
E nos dita o rumo, através da ciência,
Sobre o caminho longo do espaço-tempo.
Isaías Gresmés, 29/10/2009
A estrada da vida é um longo caminho
Que ruma o homem à perfeição,
Mesmo sabendo ele ser somente um cisquinho,
Esforça-se sempre para entender sua missão.
A estrada da vida é longa lição
Que se iniciou já no primeiro segundo,
No momento em que Deus, numa Grande Explosão,
Concedeu-nos tudo isso que chamamos de mundo.
A estrada da vida é o espaço-tempo,
Verdadeira medida do vasto universo,
Capaz de medir até quando tento
Descrever tudo isso com meus simples versos.
A estrada da vida foi planejada
Por nosso Senhor (e ela sempre se renova).
Seu início foi de forma “acalorada”,
Numa pirotecnia de uma Supernova.
Então, a poeira dos seus elementos,
Sucumbiram-se em um imenso caracol;
A gravidade estupenda, em um dos seus fragmentos,
Fez surgir para vida nosso lindo sol.
Outra parte, menor, nesta remota era,
Passou a girar, orbitando o rei.
Refiro-me à nossa querida Terra
Cumprindo à Física, um fundamento, uma lei.
Portanto, nós somos poeira de estrela,
Uma obra do Pai em um tempo distante...
A estrada da vida? Vamos percorrê-la
Pois somos eternos, tal qual diamante.
A estrada da vida é a consciência
Da humanidade, no passar do tempo.
E nos dita o rumo, através da ciência,
Sobre o caminho longo do espaço-tempo.
Isaías Gresmés, 29/10/2009
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